terça-feira, 9 de agosto de 2016

RÁPIDAS SACADAS DA SEMANA

MENOS PELÉS, MAIS VANDERLEIS...
Alegando compromissos comerciais, Pelé se recusou a ascender a pira olímpica. Ao que parece, dinheiro não é tudo, mas é 100%. Pior para o Pelé! Em seu lugar, o heroico Vanderlei Cordeiro compareceu. Ótima escolha! Sem a grife do rei, mas representando o mais autêntico espírito olímpico, Vanderlei é um exemplo que devemos levar para o nosso cotidiano. Ao que parece tá sobrando Pelé e faltando Vanderlei no mercado corporativo. Os RHs que o digam.
O ADEUS DE GISELE!
Gisele fez seu último desfile! Nossa top model mostrou o que o Brasil tem de melhor por um desfile de mais de 100 metros que encantou o mundo na abertura da “Rio 2016”. Sentiremos falta!
VALE A LEITURA!
No livro “O óbvio que ignoramos” de Jacob Pétry, você poderá conhecer a trajetória da modelo brasileira e todos os seus percalços. Acredite, ninguém “botava fé” no futuro de Gisele nas passarelas, a não ser ela e seu pai. O final da história todos já sabem.
O que isso nos ensina? Você não precisa que acreditem em você. Não espere por isso! Se você acreditar já é mais do que o suficiente! O problema é que o mundo está cheio de gente descrente de si própria. Aí fica difícil...
O PELÉ NÃO FEZ FALTA, JÁ O SAFADÃO...
Pouca gente deve ter sentido falta do rei, mas quando entraram Elza Soares, Zeca Pagodinho e Ludmilla, um país inteiro sentiu falta da Ivete e do Safadão. Só me resta parabenizar aos cantores presentes. Não pela atuação que foi proporcional ao seus talentos – ou a falta dele, mas pelo bom relacionamento que desenvolveram para terem sido convidados a participar de uma festa do porte da Abertura das Olimpíadas.
Nunca pensou que o Zeca Pagodinho fosse te ensinar alguma coisa sobre negócios, né? Nem eu! Mas já que ensinou, vamos aprender: Invista em seus relacionamentos e, se você for cantor, contrate um bom assessor de imprensa e um empresário melhor ainda.
POR FALAR EM MÚSICA...
Essa semana, recebi uma mensagem inusitada. Um empresário, que está montando uma banda de arrocha, procurou-me pedindo sugestões de nome para a banda. Alguns podem achar que ele é incompetente, preguiçoso ou pouco criativo.
Eu penso que ele é inteligente, afinal, duas cabeças pensam sempre melhor do que uma. Infelizmente, empresários que possuem centenas de funcionários insistem em “pensar” o seu negócio sozinhos trancado em uma sala. Enquanto estiver dando certo, maravilha! Mas uma hora começa a dar errado! Com o perdão do trocadilho, aí sim, o negócio vai arrochar de vez!
POR FALAR EM CRIATIVIDADE...
No melhor estilo “nada se cria, tudo se copia”, o instagram resolveu “incorporar” os recursos do snapchat ao seu aplicativo. Provavelmente, uma tentativa de revidar a recusa do snap pela oferta de compra feita alguns anos atrás.
O resultado só o futuro dirá, mas uma coisa é certa: se você receber uma oferta de aquisição de alguém muito maior do que você, pense seriamente em vender. Caso contrário, esse tal concorrente pode tentar te provar que você tomou a decisão errada. Aí, já pode ser tarde demais!
AVISO

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EU NÃO SOU O SEU GURU!

No último dia 15, a Netflix lançou o documentário: “Eu não sou o seu guru!”. Se você já é assinante, reserve um horário ainda essa semana para assistir. Se você ainda não é, assine ou vá assistir na casa de um parente ou amigo, mas veja.
O documentário mostra um pouco do que se passa no seminário “Encontro com o destino.” de Tony Robbins. Considerado por muitos o maior coach do mundo, Robbins é um homem de presença impactante. Corpulento, com quase dois metros de altura e com um palavrão sempre  à boca, esse é o Tony.
No entanto, percebe-se que por trás disso tudo, por trás da fama, do dinheiro, por trás de tudo, existe um homem amável que ajuda milhões de pessoas mundo a fora com os seus conhecimentos, experiência, sagacidade... e amor.
Porém, apesar de tudo isso, apesar de todos os predicados, apesar dos milhares de fãs e seguidores, ele faz questão de deixar claro: “Eu não sou o dono da verdade! Meu caminho, não necessariamente é o certo ou o melhor! Eu não sou o seu guru!”.
Há alguns meses atrás, fiz uma transmissão nas redes sociais falando exatamente sobre isto: “Eu não sou um guru!”. Não que eu estivesse me comparando com Robbins, longe de mim, mas naquele momento eu já percebia a necessidade que as pessoas têm de ter um guru. A necessidade de ter alguém não somente em quem se espelhar e inspirar, mas que possa ser seguido.
Pessoas não são bússolas! Cada um possui seu próprio caminho e deve trilhá-lo por si só! Se você ainda não descobriu o seu, continue procurando. Quando você encontrá-lo, sua vida começará a fazer real sentido e você verá que não é preciso de um guru para atingir seus objetivos.
Muita gente busca riqueza no mundo. Depois do amor – ou talvez até mesmo antes dele – a riqueza é o maior objeto de desejo que temos. Bilhões de pessoas mundo a fora buscam criar, ampliar e multiplicar sua riqueza. Nesse intuito, desperdiçam suas vidas em busca de alguém que lhes mostre o caminho.
“Uau! Esse tal de Tony Robbins é um cara muito, muito rico! Vou a um de seus seminários para aprender a enriquecer.”. É assim que a maioria das pessoas pensa. Elas não se dão conta que Tony chegou ao sucesso financeiro por um único motivo: descobriu sua missão e a segue com fervor.
E sabe de uma coisa? Quanto mais pessoas ele impacta, mais rico ele fica. Se você deseja construir riqueza, você não precisa de um guru para te mostrar o caminho. Você não precisa de Tony, do Kiyosaki, do Cerbasi, de mim ou de quem quer que seja. A única pessoa de quem verdadeiramente você precisa é de si mesmo.
Por inúmeras razões, nunca achamos que temos o suficiente para executar nosso plano e atingir nossos objetivos. Nunca temos dinheiro suficiente, conhecimento suficiente, experiência suficiente, tempo suficiente. Tudo isso é verdade, mas sabe de uma coisa? Ninguém tem! Você é só apenas mais um nessa situação!
Você pode continuar em busca de gurus ou pode decidir seguir o seu próprio caminho, a escolha é sua! O que vai escolher?
Samuel Magalhães é Consultor especializado em Finanças e Negócios e fundador do Portal www.invistafacil.com.
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O QUE CRISTIANO RONALDO TEM A NOS ENSINAR!?

No último domingo, Portugal sagrou-se campeão da Eurocopa. Com um gol de Éder, no primeiro tempo da prorrogação, o time lusitano quebrou dois tabus de uma só vez: ganhou da França em competições oficiais – algo que nunca tinha ocorrido até então – e levou a Eurocopa para casa.
Porém, o que mais me marcou nessa Euro não foram as façanhas portuguesas, mas sim um português: Ronaldo, Cristiano Ronaldo.
Confesso que nunca fui muito fã do camisa sete do Real Madri. Não que eu não o achasse um grande jogador, sua qualidade é indiscutível e nunca questionei isso. No entanto, nunca gostei muito daquele jeitão marrento e exibicionista que são típicos do português.
Sempre preferi Messi. E aqui falo não somente em termos futebolísticos, mas também de personalidade. Afinal, não dá para separar o jogador do ser humano. Somos uma coisa só! Mais discreto, reservado e tão ou mais talentoso que o portuga, o estilo de Messi sempre me agradou mais. Até essa Euro...
Eu – e o mundo – tivemos a oportunidade de conhecer um Cristiano que até então não fazia ideia que existia. Sim, o gel no cabelo continuava lá. Sim, sempre que podia ele ficava admirando sua beleza no telão. Algumas coisas não mudam, mas uma mudou: seu comportamento.
Não que Ronaldo fosse um jogador com mau comportamento, muito pelo contrário. Sua dedicação aos treinos e seu profissionalismo são conhecidos e não é de hoje. No entanto, uma cena me marcou e, acredito eu, tenha marcado a todos que a presenciaram.
Pelas quartas-de-final, Portugal enfrentou a Polônia e a eliminou na disputa de pênaltis. Até aí, nada demais, certo? Certíssimo! No entanto, a postura que Cristiano teve foi exemplar. O português mostrou que, além de craque, é um grande líder. Em um vídeo que viralizou na internet – confira no meu instagram @oinvestidor -, o português mostrou todo seu apoio a João Moutinho, um companheiro de equipe que parecia não estar muito confiante para encarar os pênaltis.
“Oh! Oh! Venha bater! Venha bater! Você bate bem! Se perdermos, que se f... Vem! Seja forte!” Para você talvez pareça bobagem, mas acredite, era tudo que Moutinho e os outros atletas precisavam: confiança. E Cristiano deu isso a eles.
Na final, depois de jogar poucos minutos, o craque português teve que sair de campo com uma lesão no joelho. Para muitos, estava decretado o destino da Euro, a França sairia campeã. Afinal, o que seria de Portugal sem o seu craque, não é mesmo?
Porém, após receber tratamento médico, Cristiano voltou para a beira do campo e mostrou que o craque não estava mais em campo, mas o líder estava mais presente que nunca. O resultado, vocês já sabem!
Uma equipe pode até ser campeã sem um craque, mas jamais o será sem um líder! As pessoas precisam de um norte, de um apoio. As pessoas precisam de alguém que confie nelas quando, nem elas mesmas confiam mais. Essa é a essência da liderança.
Por mais Cristianos nas nossas empresas, universidades, política, seleção brasileira... é isso que tem faltado à nossa sociedade.
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Você está preparado para o TSUMONEY?

“Ei, ei, tu nem sabe? Eu vou investir na Bolsa!”. Foram com essas palavras que fui recepcionado por uma cliente ao chegar à sua empresa. A ausência do costumeiro “Boa tarde!” ou algo que o valha foram prontamente perdoados. Sua empolgação era notória! Dava para ver o brilho em seus olhos. Brilho semelhante aquele que se encontra em pessoas que apaixonadas. Eu sabia bem o que era isso! Há dez anos atrás, também me apaixonei – pela Bolsa – e senti o mesmo que ela estava sentindo.
O trabalho que desenvolvo junto a essa cliente é focado na empresa: gestão financeira, melhoria dos processos organizacionais, esse tipo de coisa. Resolvi então perguntar o motivo daquele súbito interesse e empolgação pela renda variável e ela me contou: “Eu quero aproveitar o Tsumoney! Eu quero ficar rica investindo na Bolsa!”.
O tal “Tsumoney” a que ela se refere é um termo cunhado pela Empiricus Research, uma casa de análise que faz recomendações sobre o mercado financeiro. Apesar de considerar um pouco espalhafatosa a abordagem de venda dos caras, sou obrigado a admitir: eles são sérios, imparciais e muito competentes.
A propósito, isso é uma constatação, não uma opinião! Basta ver os números. Sei o que você deve estar se perguntando neste exato momento: Quanto o Samuel está sendo pago para falar isso? Quanto ele está recebendo para divulgar essa empresa para os mais de 130 portais, jornais e revistas de 20 estados da Federação para os quais ele escreve?
Sabe quanto estou ganhando? Absolutamente nada! O trabalho que eles fazem é tão importante que considero utilidade pública divulgá-lo! Esse não é um publi-post – aqueles artigos que se escreve falando bem de algum produto, serviço ou empresa em troca de alguma remuneração. Não, não é!
Esse é um artigo de alguém que há dez anos é apaixonado pela Bolsa de Valores e que lamenta que tenhamos tão poucos investidores em nosso país! É um artigo escrito por alguém que sabe do potencial que o investimento em renda variável pode ter para o seu futuro financeiro, mas que você, por desconhecimento ou falta de interesse, ainda não sabe... e precisa saber!
Quem me conhece sabe que existem duas bandeiras que eu sempre levantei e continuarei a levantar até o fim da vida: uma é a do empreendedorismo e a outra é da educação financeira. Pena que os nossos governantes parecem não concordar comigo.
Já que os políticos não fazem a parte deles, cabe a mim, ao pessoal da Empiricus, do Dinheirama e diversos outros, fazermos a nossa!
Cada brasileiro impactado é uma vitória! Cada pessoa que decide abrir a sua empresa ou investir na Bolsa é uma conquista! E, assim, de vitória em vitória, de conquista em conquista, vamos tornando o Brasil um país mais rico, não apenas em termos financeiros, mas principalmente, em conhecimento e valores. Algo que, convenhamos, tem estado um pouco em falta!
Bolsa de Valores não é cassino, não é jogatina, não é sorte nem nada disso! O que ela é, na verdade, é uma grande possibilidade para construirmos uma vida financeira mais próspera... com ou sem “Tsumoney”.
A oportunidade está divulgada, aproveitá-la ou não só depende de você!
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3 PASSOS PARA CONSTRUIR A VIDA FINANCEIRA DOS SONHOS!

Eu estava quebrando a cabeça para escrever o artigo desta semana e as ideias não surgiam. Resolvi então verificar a caixa de entrada para ver se havia chegado algum novo e-mail, quando me deparo com a mensagem da Dayana. Pronto, agora eu tinha uma pauta.
Dayana é uma advogada de vinte e cinco anos, em início de carreira, que tem um salário compatível com sua posição, mas não com seus sonhos. A maternidade, ter o próprio escritório de advocacia e a independência financeira por enquanto parecem não caber no orçamento.
As viagens que Dayana tanto gosta, por enquanto, precisam ser deixadas de lado, pois o salário que recebe é suficiente para pagar as contas do mês e não mais que isso.
O Brasil está cheio de Dayanas, Anas, Paulas, Marias, Thiagos, Fabrícios... que vivenciam dia a dia, semana a semana, mês a mês, essa mesma situação. Como conseguir mudar essa realidade? Como sair dessa situação?
A saída é simples, porém não é fácil! Para deixarmos de trabalhar apenas para pagar as contas e começarmos a poupar dinheiro para atingir nossos objetivos financeiros, precisamos basicamente de três coisas: determinação, disciplina e inteligência.
Determinação porque essa mudança irá exigir que saiamos da nossa zona de conforto. Exigirá que abdiquemos daquele restaurante bacana no fim de semana, daquela festa badalada que todos os nossos amigos vão, de trocar de carro com a frequência que gostaríamos e de outras coisas mais.
Disciplina porque o mais difícil não é mudar, mas sim transformar a mudança em um novo hábito. Se mudar já é difícil, imagina mudar definitivamente. Em se tratando de hábitos financeiros, disciplina é imprescindível para o sucesso.
E por último, mas não menos importante, inteligência. Inteligência para encontrar alternativas para aumentar a receita e reduzir os gastos mensais de modo a tornar os objetivos financeiros que no momento parecem distantes e improváveis, mais próximos e factíveis.
Talvez você esteja pensando: “Putz! Isso é muito difícil!”. Concordo contigo, não é fácil! Lembre-se, eu não disse que seria fácil. E, afinal de contas, o que é fácil nessa vida?
Além de não ser fácil, lembre-se que os resultados não aparecerão do dia para a noite, mas sim serão construídos mês a mês ao longo de anos a fio.
Estou dizendo isso, não para te desestimular e fazer com que você continue levando a vida que leva e desista de lutar pela vida que quer. Estou te dizendo isso para que você prepare para o que está por vir e consiga efetivamente efetuar as mudanças que você precisa ter no campo profissional e financeiro.
Seu futuro começa a ser construído hoje! Que futuro você pretende criar para si e para aqueles que ama?
Determinação, disciplina e inteligência. Se ainda te falta um desses atributos, trate de conseguir o quanto antes. Já passou da hora de caminhar rumo às conquistas.

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terça-feira, 5 de julho de 2016

QUANTO CUSTA TER UM FILHO?

A cada ano, o número de filhos das famílias brasileiras vem diminuindo. Famílias com três ou quatro filhos ficaram, definitivamente, no passado. No cenário atual, ter um filho já é sinal de coragem, ter dois então, nem se fala!
Se pararmos para analisar, essa modificação demográfica tem uma série de causas e uma delas é a financeira. Ter um filho implica muitas responsabilidades: educar, brincar, acompanhar, alimentar e por aí vai.
Para a maioria dessas necessidades, de uma maneira ou de outra, são necessários recursos financeiros. Tudo custa dinheiro. Babá, escola, fralda, leite, plano de saúde, brinquedos... para onde se olhar existe um gasto embutido.
Some-se a isso os gastos que se tem com enxoval, pré-natal e, muitas vezes, a necessidade da troca do carro ou da casa por uma maior que comporte o novo integrante da família. Ter filho não é brincadeira. Custa caro... muito caro.
Um estudo realizado pelo INVENT – Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing – pesquisando mais de trezentas famílias chegou aos valores. Se você achava que era caro ter filho, agora saberá exatamente o quão caro é.
Dos 0 aos 23 anos, um filho custa: para famílias com renda mensal de até R$2 mil, R$53,7 mil; para famílias com renda entre R$2 mil e R$6 mil, R$407,1 mil; para famílias com renda entre R$6 mil e R$25 mil por mês, R$948,1 mil; e para famílias com renda superior a R$25 mil mensais, esse valor pode ultrapassar os R$2 milhões!
Se R$1 milhão já é dinheiro que não acaba mais, imagina R$2 milhões.
Números como esses explicam porque o mercado pet tem crescido tanto nos últimos anos. Afinal de contas, não é todo mundo que está disposto a gastar – ou investir – uma pequena fortuna em um novo membro familiar.
Pelo amor de Deus, não estou dizendo para você abrir mão de um filho para comprar um cachorro. Jamais diria isso! A mensagem que este artigo quer passar é uma só: filho custa caro e como tudo que é caro e queremos ter em nossa vida, devemos planejar da maneira adequada para termos condições de realizar nossos sonhos.
Além do planejamento financeiro, a chegada de um filho também implica em um planejamento de carreira. Afinal, é provável que após o nascimento da criança, a carga-horária dos pais dedicada ao trabalho diminua, o que pode implicar perda na renda ou dificuldades em ascender profissionalmente.
Ter filhos é uma escolha. Não uma escolha financeira, mas sim uma escolha de vida. Um filho é uma parte de você que vai ficar para perpetuar seus ensinamentos, seus valores, a mensagem que você quer deixar ao mundo. O filho é o legado que deixamos para a posteridade.
Portanto, se você está pensando em ter um filho, a palavra de ordem é planejamento.
Ser pai ou mãe é uma das coisas que não tem preço, mas certamente tem um valor enorme!
Samuel Magalhães é Coach especializado em Finanças e Negócios e fundador do Portal www.invistafacil.com.



PARE DE RECLAMAR!

Semana passada, fui dar uma entrevista em uma emissora de televisão local. Ao chegar lá, me deparei com o Cláudio, um para atleta de triátlon que foi ao programa levar a tocha olímpica e contar um pouco da sua história.
Cláudio sofreu de paralisia infantil. Ficou sem andar dos dois aos dez anos de idade. Enfrentou incontáveis dificuldades ao longo da vida, mas conseguiu vencê-las. Atualmente, Cláudio corre suas maratonas de muletas. Para quem morre de preguiça de ir à academia - como eu - saber daquilo foi um tapa na cara.
Ao término do programa, fui até Cláudio para conhecer mais um pouco daquele ser humano incrível. Solicitei que gravasse um vídeo para compartilhar com meus seguidores e ele, muito solícito, aceitou prontamente.
No vídeo, Cláudio finaliza com as seguintes palavras: “Todos nós temos problemas. Eu aprendi a superá-los! Se você acha que por causa de um probleminha você pode desistir dos seus sonhos, você nunca chegará a lugar algum.”.
Essas palavras mexeram comigo e, tenho certeza, com quem teve oportunidade de ouvi-las da boca dele. Instantaneamente, sabia que estava ali o tema para o meu artigo da semana.
As palavras de Cláudio valem para o esporte, para a vida e para as nossas finanças. Não importa se você é rico ou pobre; se é solteiro ou casado; se não tem filhos ou tem uma penca deles; se tem um emprego, dois empregos ou se nem emprego você tem; não importa se você é patrão ou empregado. Nada disso tem a menor importância, pois, independente da sua situação, uma coisa é certa: você terá problemas.
A chave para atingirmos nossos objetivos é sermos mais fortes que eles. A propósito, quem está dizendo isso não sou eu, mas sim alguém que ficou oito anos sem andar, vem de uma família humilde e hoje viaja o mundo inteiro competindo. Alguém que sabe a dificuldade que é correr, nadar e pedalar praticamente com uma perna só.
Muitas vezes, tendemos a nos deixar abater pelas dificuldades do dia a dia. Problemas com o chefe, com os clientes, com os colegas de trabalho. Contas demais para pagar e dinheiro de menos para pagá-las.
Mais cedo ou mais tarde, todos nós iremos vivenciar experiências como essas. E sabe de uma coisa, é bom que as vivamos, pois assim passamos a valorizar mais nossas conquistas profissionais, financeiras e todas as outras que almejamos para nossa vida.
Os problemas podem te levar para o fundo do posso ou te preparar para sair dele o quanto antes. A decisão está nas suas mãos. Por isso, da próxima vez que se deparar com uma dificuldade, reflita sobre ela e decida como irá encará-la.
Fugir não é uma opção! Ou você se torna mais forte que ela, ou ela  se tornará mais forte que você. O que você escolhe?
Fale com o autor: contato@samuelmagalhaes.com.br.

Samuel Magalhães é Coach especializado em Finanças e Negócios e fundador do Portal www.invistafacil.com.

O BARATO PODE CUSTAR CARO!

Quer seja para a sua empresa ou para você, cercar-se de profissionais competentes é imprescindível para que consiga atingir seus objetivos.
Contadores, advogados, consultores, coaches... independente do profissional em questão, contar com alguém de know-how para te assessorar a solucionar determinado problema faz uma grande diferença nos seus resultados.
Enquanto consumidores, temos uma tendência natural a procurar pelo mais barato. Uma atitude que é perigosa quando se trata de produtos e ainda mais perigosa quando se trata de serviços.
Ser parcimonioso nas nossas decisões financeiras é sempre importante e agora, talvez seja mais importante do que nunca. Entretanto, o que tenho visto é que, utilizando-se do pretexto da escassez de recursos, muita gente tem preferido contratar a mão-de-obra mais barata em detrimento da mais qualificada.
Sei que, à primeira vista, essa pode parecer uma decisão correta, afinal de contas, é hora de reduzir despesas. Entretanto, o que precisamos entender é que impacto terá para nós, nossas empresas e nossos resultados essa migração que estamos fazendo, trocando o bom pelo barato.
Tendemos a analisar o caro ou barato unicamente por um prisma: o monetário. Se o profissional A me cobra X e o profissional B me cobra 2X, o profissional A é mais barato que o B. Será?
Caro e barato é percepção de valor e, no meu entendimento, existe uma coisa que precisa ser analisada antes de rotularmos um serviço: os benefícios que eles nos trarão.
Que resultados irei obter com o profissional A? E com o B? Se, após analisar os resultados que  espera que tais profissionais agreguem à você ou sua empresa, você chega à conclusão de que não existirá diferença ou que a diferença é tão pequena que realmente compensa contratar quem cobrou menos, faça isso. Afinal, seria burrice pagar a mais sem receber nada ou quase nada em troca.
No entanto, ao fazer essa análise, você irá perceber que, muitas vezes, aquele profissional “mais em conta”, cobra menos porque sabe menos, porque tem uma estrutura de suporte menor, porque tem menos experiência e, provavelmente, porque entrega menos resultados.
Não estou dizendo isso para você demitir todos os profissionais terceirizados que prestam serviços para você e ir em busca dos mais caros. Definitivamente, não foi isso que eu disse.
O que eu disse foi, simplesmente, para você não trocar um profissional de ótima qualidade que te presta um ótimo serviço e entrega ótimos resultados por um profissional mediano, apenas porque esse cobra 20, 30 ou 50% a menos.
Lembre-se, antes de rotular algum profissional ou a prestação de algum serviço de caro ou barato, além do preço, você precisa analisar o que irá receber em troca da remuneração. Que benefícios e soluções cada um deles irá te gerar. Aí então, poderá decidir quem melhor atende as suas necessidades. Mas lembre-se: o caro pode sair barato e o barato pode custar caro.
Fale com o autor: contato@samuelmagalhaes.com.br.
Samuel Magalhães é Coach especializado em Finanças e Negócios e fundador do Portal www.invistafacil.com.



PARA ECONOMIZAR É PRECISO GASTAR!

Sei o que você deve estar pensando: “O Samuel enlouqueceu! Que título mais absurdo o deste artigo!”. Ok, ok, concordo que o título não é lá dos mais tradicionais. Mas ao contrário do que você está pensando, não, eu não enlouqueci! Ainda não, pelo menos.
Quando falamos em economia, a primeira coisa que vem à nossa mente, de maneira até inconsciente, é a redução de gastos. Nada mais natural, afinal, para poupar é preciso fazer sobrar e uma das melhores maneiras de se fazer isso é reduzindo alguns gastos.
“Samuel, no título, você disse que para economizar é preciso gastar, agora está dizendo que é preciso poupar. Decida-se, ou um ou outro! Qual dos dois está correto?”
Os dois! Você já entenderá o motivo.
Quando eu falo que para economizar é preciso gastar, estou me referindo a gastos específicos que, apesar de representarem um custo para o orçamento doméstico, representam uma economia a médio e longo prazo para seu bolso.
Vejamos as lâmpadas, por exemplo. Uma lâmpada de LED é substancialmente mais cara que uma incandescente ou mesmo que uma fluorescente. Portanto, para trocar a iluminação da sua casa ou empresa, você terá que gastar, correto?
No entanto, além dos benefícios que você trará para o meio-ambiente por ter escolhido uma iluminação mais sustentável, você poderá ter uma redução do consumo das lâmpadas de até noventa por cento. Uma bela economia para o seu bolso, não?
O mesmo vale para nossos carros. Não temos uma cultura de prevenir, mas sim de remediar, o que faz com que só pensemos em cuidar do carro depois que não nos resta outra opção a não ser levá-lo a uma oficina.
Fazer manutenção preventiva, alinhamento, balanceamento, tudo isso representa um custo, porém um custo que irá gerar uma economia futura ao aumentar a vida útil do nosso veículo e evitar que o mesmo tenha problemas mais graves e caros para se solucionar.
Esse mesmo conceito pode ser aplicado à nossa saúde. Se você já foi à seção de alimentos orgânicos no supermercado deve ter reparado que os preços são bem superiores aos outros tipos de alimento. No entanto, por se tratarem de alimentos mais saudáveis, esse gasto a mais que estamos tendo ao comprar a feira do mês, pode nos dar alguns anos a mais de vida no futuro, sem falar na melhoria da qualidade de vida que percebemos no presente.
Quanto isso custa? Não sei! Mas de uma coisa eu tenho certeza, esse é um gasto que vale a pena se ter, afinal, saúde não tem preço!
Economizar é um dos principais pilares para uma vida financeira saudável. No entanto, como pudemos ver, algumas economias precisam de um gasto – ou investimento – inicial. Ter essa consciência é fundamental para tomar decisões financeiras corretas.
Se for para economizar, não tenha pena de gastar! Bons gastos! Boa economia!
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ACABE COM A MIOPIA FINANCEIRA!

Quem tem dívidas tem problemas! E quando temos um problema não conseguimos pensar em outra coisa, senão nele. Não temos olhos para mais nada, a não ser para o tal do problema. Dessa forma, criamos uma espécie de miopia financeira, aonde a única coisa que enxergamos são as nossas dívidas.
Como diriam os estudiosos da física quântica, tudo em que focamos, expande. Se focarmos nos problemas a única coisa que conseguiremos é torná-los ainda maiores do que já são. Como fazer então para sair dessa situação tão incômoda sem ficarmos atormentados com tamanhas dificuldades?
Simples, devemos focar na solução! Veja, existe uma dívida a ser paga, já sabemos disso. Não importa se ela é gigante ou pequenininha. Se você pudesse pagar, já teria pagado. Se não pagou é porque não dispõe de recursos suficientes no momento para quitar este débito.
Um velho sábio disse certa vez: “O que não tem solução, solucionado está!”.  E eu concordo em gênero, número e grau com ele. Ou seja, se você acredita que seu caso é insolucionável, você já decidiu que não iria pagar o que deve e ponto final. A dor de cabeça deixou de ser sua e passou a ser dos seus credores. Se esse for o seu caso, só espero que não tenha contraído sua dívida com algum agiota.
Mas caso você acredite que, por mais calamitosa que seja sua situação, ela é solucionável, pare de pensar no problema e comece a pensar na solução. O problema você já conhece de cor e salteado. Pensar nele não irá resolvê-lo, pelo contrário, irá drenar suas energias que deveriam estar sendo utilizadas, adivinha aonde? Acertou, na solução!
Imagino que esse problema já venha se arrastando há algum tempo. Se até agora você não conseguiu resolvê-lo, não será fazendo as mesmas coisas que você já fez que irá mudar essa realidade. É preciso fazer algo diferente! Mudar o modo de pensar e, principalmente, o de agir!
Sair das dívidas requer esforço e esforço em dobro! É preciso se esforçar para ganhar mais e também para gastar menos. É o resultado desses esforços que irá te permitir ter o capital necessário para pagar o que deve.
Obviamente, não será em um mês que você irá resolver isso. Muitas vezes levará vários meses. Algumas vezes, pode levar até mais de ano.
O mundo das finanças pode ser meio perverso. Muitas vezes, o problema que você demorou um mês pra criar, precisa de anos para ser resolvido. Perder o controle financeiro pode custar muito caro, tanto em termos monetários quanto psicológicos.
Fato é: não adianta chorar o leite derramado! Pare de reclamar, de  se lamentar e comece a agir. Problemas não se resolvem por si só. É preciso que você tome uma atitude para que consiga solucioná-los o quanto antes.
Quanto mais tempo demorar, mais a dívida cresce e maiores serão as dificuldades na hora de solucioná-la. Não importa o tamanho do seu problema, a melhor hora para enfrentá-lo é agora. Portanto, pare de focar nas dívidas e  foque no que você fará para aumentar sua renda e diminuir seus gastos para quitá-la. Se você foi capaz de criar o problema, você também é capaz de solucioná-lo!
Fale com o autor: contato@samuelmagalhaes.com.br.

Samuel Magalhães é Coach especializado em Finanças e Negócios e fundador do Portal www.invistafacil.com.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

PREVIDÊNCIA PRIVADA, UMA OPÇÃO PARA A APOSENTADORIA!

Em se tratando de aposentadoria, a esmagadora maioria da população tende a cometer dois erros: não se preocupar com isso ou se preocupar tarde demais.
Temos a sensação que a velhice é algo distante e, dessa forma, vamos postergando indefinidamente uma decisão que deveríamos tomar no início das nossas vidas profissionais: o planejamento da nossa aposentadoria.
A Previdência Privada é uma das alternativas para quem quer uma renda complementar na aposentadoria. Existem basicamente dois formatos: PGBL - Plano Gerador de Benefícios Livre -  e VGBL - Vida Gerador de Benefícios Livre.
A diferença entre os dois é que no PGBL é possível deduzir do IR até 12% da sua renda bruta tributável, ou seja, a base sobre a qual irá incidir o imposto na sua renda é menor. Em contrapartida, nesse formato, o imposto sobre a previdência privada irá incidir sobre o total acumulado, incluindo os aportes. Ou seja, o imposto sobre a sua renda será menor, mas o imposto sobre a previdência será maior.
Já no VGBL, não existe esse benefício tributário da dedução do imposto, entretanto, o imposto sobre a previdência irá incidir apenas sobre a rentabilidade do capital investido e não sobre os aportes, como acontece no PGBL. O VGBL, na verdade, funciona como um seguro de vida. Se o contribuinte vier a faltar, a família recebe o benefício. No entanto, caso isso não ocorra, ele pode se beneficiar do investimento realizado.
Vale lembrar que existem duas opções de se beneficiar desse investimento. A primeira maneira é fazendo o resgate da previdência, o que contempla o valor investido mais a rentabilidade do plano. A outra opção é deixar o montante investido e escolher uma renda mensal ao longo dos próximos 10, 15 ou 20 anos. Essa renda será proporcional ao montante disponível para resgate.
Antes de iniciar uma previdência privada é importante que se faça uma pesquisa de mercado nas instituições financeiras e se compare os diversos produtos ofertados. O investidor precisa ter dois cuidados básicos. O primeiro deles é verificar a idoneidade da instituição na qual ele pretende iniciar seu plano. E o segundo é verificar as taxas que são cobradas por essa instituição.
 Muitos planos tornam-se inviáveis financeiramente devido às taxas cobradas. Fuja de previdências que te cobrem taxa de carregamento - qualquer que seja ela - e taxas de administração superiores a 2% ao ano. Fazendo isso, você já terá se livrado de boa parte dos problemas.
Como em qualquer outro investimento, mais importante até do que a quantidade de capital investida é quanto tempo o dinheiro ficará trabalhando para você. Um jovem de 20 anos que inicia um plano de previdência vislumbrando 30 anos a frente, provavelmente terá um retorno maior do que alguém que inicia aos 45 anos, para se aposentar aos 65. Quanto antes o investidor começar, melhor. Mas se ainda não começou, comece, independente da idade! Afinal, antes tarde do que nunca.
É importante o investidor entender que a previdência privada é apenas um dos mecanismos de se investir para a aposentadoria. É fundamental para o futuro financeiro de uma família ou indivíduo que haja esse planejamento financeiro com horizonte de longo prazo. No entanto, existem outras modalidades de investimento, além da previdência privada que podem ser até mais vantajosas, dependendo do seu perfil de investidor e dos seus objetivos. Independente do formato escolhido, o importante é investir. Se você ainda não começou, comece...já!
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Samuel Magalhães é Coach especializado em Finanças e Negócios e fundador do Portal www.invistafacil.com.



INVISTA NA SUA CARREIRA!

Diariamente, sou abordado por pessoas que me perguntam: “Samuel, aonde devo investir meu dinheiro? Qual o melhor investimento? O que dá mais retorno?”.
Essas pessoas esperam que eu dê alguma sugestão sobre qual Título do Tesouro devem comprar, quais os Fundos Imobiliários mais promissores, ou ainda, qual a próxima ação que será a bola da vez na Bolsa de Valores.
O que essas pessoas não se dão conta é que, antes de investir no Mercado Financeiro, é preciso fazer um investimento ainda mais importante: investir na sua carreira.
Benjamin Franklin já dizia: “investir em si mesmo rende sempre os melhores juros”. Infelizmente, a maioria de nós esquece disso no dia a dia e, assim, acabamos perdendo boas oportunidades de turbinar nossa carreira e, consequentemente, nossas finanças.
Independente da sua idade, do seu tempo de profissão, de quanto tempo está na mesma empresa, se você pretende ser competitivo, você precisa investir em si mesmo.
Veja, não estou falando de uma possibilidade, mas de uma necessidade. O mínimo que você precisa para não ficar para trás da concorrência é investir em si. Não espere que seu chefe, seu pai ou seu cônjuge invistam em você. Essa responsabilidade é sua e de mais ninguém. Ou você faz ou ninguém mais fará! Simples assim!
Se você já está convencido – eu espero que esteja – de que não existe outra alternativa, a não ser investir em si próprio, você deve estar se perguntando: “Como fazer isso?”.
Bem, opções são o que não faltam! Mas antes de sair por aí comprando a livraria inteira ou se matriculando em dezenas de cursos, treinamentos e especializações, vou te dar uma dica.
Faça uma análise da tua carreira. O que você fez até hoje? Aonde você chegou? Você se orgulha de estar fazendo o que faz hoje? De 0 a 10, que nota você se dá como profissional? O que você precisa fazer para melhorar seu desempenho?
Sei que para muitos o autoconhecimento é bobagem e não passa de autoajuda barata. Eu não penso assim! Nos processos de coaching que tenho desenvolvido junto aos meus clientes, percebo como conhecer a si próprio tem uma importância fundamental em nossas carreiras e como o autoconhecimento, aliado às ferramentas corretas e a um plano de ação claro e bem definido podem potencializar nossos resultados de uma maneira inimaginável.
Não existe profissional perfeito! Cada um de nós temos nossos pontos fortes, mas também nossos pontos fracos. O que precisamos fazer é potencializar o que temos de bom e não deixar com que o restante nos impeça de alcançar nossos objetivos.
O primeiro passo para ampliar seus ganhos é investir na sua carreira. E o primeiro passo para investir na sua carreira é conhecer a si próprio, não apenas enquanto profissional, mas também enquanto ser humano.
Se não quiser acreditar em mim, tudo bem, mas por favor, acredite em Benjamin Franklin!  “Investir em si próprio rende sempre os melhores juros”.
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Samuel Magalhães é Coach especializado em Finanças e Negócios e fundador do Portal www.invistafacil.com.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

O QUE FAZER COM O MEU DINHEIRO?

Momentos de incerteza como o que estamos vivenciando neste exato momento costumam deixar a população sem resposta quando a pergunta é: o que fazer com meu dinheiro?
Deixar parado na poupança? Investir? Aonde? E se eu perder?
Com o cenário político no foco de todos os noticiários, sobra pouco espaço para debatermos o que realmente interessa ao país: o que fazer para mudarmos e, enfim, deixar essa crise para trás?
Como não temos resposta, o jeito é nos virar com o que temos. E, para ser franco com você, não temos muita coisa. Porém, mesmo com muitas perguntas e poucas respostas, mesmo com muitas dúvidas e poucas certezas, mesmo com muitos problemas e poucas soluções, precisamos encontrar o caminho.
Qual caminho? O caminho que irá ajudar a cada um de nós, individualmente a aproveitar o lado bom da coisa ruim: as oportunidades.
Infelizmente, devido ao temor do que pode acontecer com nosso país no futuro, muita gente acaba desperdiçando essas oportunidades. E se tem uma coisa que eu aprendi sobre oportunidades é que elas sempre voltam, porém, algumas vezes, demora tempo demais para isso acontecer. Portanto, a hora de aproveitar é agora.
Quer seja na renda fixa, no mercado imobiliário ou na bolsa de valores, temos excelentes opções de investimentos para você que está com seu dinheiro na poupança. O cardápio contempla todos os gostos, bolsos e perfis de investidor.
Com R$30 por mês já é possível ter acesso a opções interessantes como Fundos que investem em Títulos do Tesouro, por exemplo. Essa desculpa que é difícil, complicado ou que você não tem dinheiro, não cola mais! A quem você está querendo enganar?
A inflação que parecia controlada fugiu do controle e voltou a assombrar o brasileiro. Se você não pensa em investir para ganhar, invista pelo menos para não perder. Lembre-se, a inflação está maior do que o rendimento da poupança, ou seja, se seu dinheiro ficar dormindo no banco, quando você resolver acordar, a inflação corroeu todo o poder de compra dele.
Procure estudar sobre o mercado financeiro, imobiliário e outros mercados. Procure o auxílio de profissionais que possam te ajudar a investir os seus recursos de maneira correta. Faça o que estiver ao seu alcance e saia dessa zona de conforto chamada poupança.
Poupar é ótimo, mas tem pouca utilidade se o dinheiro poupado não estiver a serviço de algo maior. Que algo maior seria esse? Pode ser aquela viagem ao exterior; a troca do carro; o capital para abrir o próprio negócio; ter recursos suficientes para não precisar mais trabalhar... o que não faltam são sonhos a serem realizados.
Infelizmente, está faltando um pouco mais de esforço da nossa parte para que possamos alcançá-los!  Não é fácil, não é rápido, mas uma hora precisaremos fazer. Então, que seja agora! Afinal, nunca se sabe quando irá surgir outra oportunidade.
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Samuel Magalhães é Coach especializado em Finanças e Negócios e fundador do Portal www.invistafacil.com.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

CUIDADO COM AS VERDADES ABSOLUTAS!

O ser humano adora verdades absolutas! Adoramos um dogma e mesmo quando ele não existe, logo damos um jeito de criar. Isso vale para a política, futebol, religião, relacionamentos, negócios e, é claro, finanças pessoais.
Poupança é um investimento seguro! Devemos ter a casa própria! Pagar aluguel é jogar dinheiro fora! Bolsa de valores é igual a cassino!
Para muitos, essas e outras afirmações são uma verdade absoluta! E não há mal algum nisso, afinal, cada um de nós temos as nossas próprias convicções. O problema é que, muitas vezes, acreditamos que o que é verdadeiro para nós é para todos. E, é claro, isso está longe de ser verdade.
Precisamos entender que não somos o centro do universo e que o mundo não gira ao nosso redor. Portanto, nossas crenças são apenas isso... algo em que acreditamos, algo que é verdadeiro para nós, talvez para mais algumas pessoas, talvez até para muita gente, mas nunca, jamais, em hipótese alguma, uma verdade universal.
Digo isso, pois percebo que muitas vezes o que escrevo é tido por alguns como uma verdade absoluta. E apesar de ficar feliz com a confiança que você, caro leitor, tem depositado em mim ao longo de todo esse tempo, quero que saiba que não sou o dono da verdade. Não sei de tudo e, muito menos, tenho a pretensão de saber.
Tenho o objetivo de aprender cada vez mais e, sabe o que é mais curioso? Quanto mais eu aprendo mais eu vejo que tenho o que aprender. Afinal, o que é a vida, se não um eterno aprendizado?
As opiniões, informações e conhecimentos que exponho nos meus artigos, consultorias e palestras são a minha verdade, são o que eu acredito... e nada mais! Não são uma verdade universal e, talvez, não se apliquem a você, a sua realidade, ao seu momento de vida!
Não sou um guru! Sou sim um estudioso e apaixonado pelo mundo das finanças e empreendedorismo que adora compartilhar o que sabe com as pessoas. Mas sabe de uma coisa? Pode ser que o que eu saiba, o que eu escreva ou fale, simplesmente não sirvam para você. E sabe por quê? A minha verdade é diferente da sua! E isso não faz de mim um mentiroso, nem de você o dono da verdade. Isso faz de nós simplesmente diferentes.
Pessoas diferentes, pensamentos diferentes, verdades diferentes. Portanto, antes de acreditar ou desacreditar no que eu falo, reflita se isso se aplica a sua realidade. Pense se a minha verdade também é verdadeira para você. Pense se o que eu digo se aplica a você. Pense, só peço que você pense.
Vivemos em um mundo em que as pessoas têm preguiça de pensar e isso é preocupante. Ligamos nosso receptor no piloto automático e acreditamos em tudo que lemos, escutamos ou assistimos. Não é a toa que estamos submersos em uma crise mais que política e econômica, de valores.
Quer seja no âmbito pessoal, profissional ou financeiro, para termos sucesso precisamos entender a realidade do mundo, a realidade daqueles a nossa volta e a nossa realidade e, somente aí, decidirmos o que é verdadeiro ou não para cada um de nós! Afinal, todos nós precisamos ter algumas verdades para acreditar.
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sexta-feira, 22 de abril de 2016

É HORA DE MUDAR!

No último domingo, nossa jovem democracia deu um importante passo em direção à maturidade: a votação para a abertura do pedido de impeachment da atual presidente foi aprovada pela Câmara dos Deputados.
O processo será agora apreciado pelo Senado. Ainda não sabemos se Dilma vai, ou fica. Mas de uma coisa eu tenho certeza: precisamos de mudanças! O Brasil pede mudanças! Eu peço mudanças! Você pede mudanças! Todos pedimos mudanças! Mas será que estamos mesmo dispostos a mudar?
Muito se fala da crise econômica que estamos vivenciando já há algum tempo. Reclamação para lá, lamúria para cá e as alternativas para mudar esse cenário, cadê? E os novos caminhos que devemos seguir para mudar essa realidade, aonde estão? E nosso espírito revolucionário, transformador que vemos pelas ruas deste país nas manifestações contra Dilma e sua trupe, por onde andam?
É hora de mudar sim! Independente de Brasília, independentemente de com ou sem Dilma, precisamos fazer a nossa parte para fazer o Brasil crescer!
Vivemos reclamando das pedaladas fiscais do governo, do endividamento, de uma série de outros erros na gestão do dinheiro público. Mas eu te pergunto: como estão as suas finanças? Você tem administrado corretamente seus recursos? Como anda seu orçamento doméstico? Como está seu nível de endividamento? Anda pagando as contas todas em dia ou já entrou no cheque especial há tempos?
Estou torcendo para que Dilma saia do poder, mesmo sabendo que quem irá sucedê-la não é lá grande coisa. Mas independente dela sair ou não, independente de se quem irá sucedê-la é competente ou não, precisamos entender que a verdadeira mudança dos rumos desse país começa conosco!
Vivemos no país da hipocrisia! Reclamamos das dívidas do governo, mas vivemos endividados. Reclamamos dos políticos corruptos, mas sempre tentamos levar vantagem em tudo. Reclamamos da falta de preparo dos nossos governantes, mas não nos damos ao trabalho de ler um livro ou fazer um curso para nos tornar melhores profissionais. Vivemos reclamando que ninguém nos ajuda, mas não nos damos ao trabalho de ajudar ninguém!
 Esse é o Brasil! Uma população que reclama dos gastos públicos, mas que está disposta a pagar R$2 mil por um celular, R$300 por uma calça, R$100 por um show, mas acha caro pagar R$30 para assistir a uma peça de teatro ou para comprar um livro.
Nossos governantes são exatamente iguais a nós! Afinal, fomos nós que os escolhemos para nos representar, não foi mesmo?
Gandhi já dizia: “Seja a mudança que você quer ver no mundo!”. Talvez, isso seja tudo que precisamos agora. Com Dilma ou sem ela; com impeachment ou sem impeachment, o que precisamos, na verdade, não é mudar Brasília ou o Brasil, mas sim mudar a nossa realidade. Precisamos parar de querer mudança e começar a ser a mudança! A partir daí, tenho certeza que nossas vidas e, em consequência, o nosso país terá o futuro que ele merece!
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Samuel Magalhães é Coach especializado em Finanças e Negócios e fundador do Portal www.invistafacil.com.

DINHEIRO E CARREIRA

Todos nós sabemos o impacto que uma carreira de sucesso pode ter nas nossas finanças. Afinal, um profissional bem sucedido costuma receber remunerações polpudas e nada melhor do que um bom salário para alavancar nossa vida financeira, não é verdade?
Entretanto, a ordem inversa também é verdadeira, mas pouca gente se dá conta disso. Da mesma maneira que o sucesso profissional impacta na vida financeira, a organização financeira impacta na vida profissional.
A maioria das pessoas com dificuldades financeiras acreditam que uma maior remuneração é a solução de todos os seus problemas. Não é! Ou melhor, pode até ser, mas para conseguir melhorar seus rendimentos é preciso, primeiro, estruturar-se financeiramente. Ainda não entendeu o impacto que as finanças em dia podem representar na sua carreira? Eu explico!
Pessoas que enfrentam problemas financeiros possuem uma probabilidade muito maior de passar por conflitos familiares. Esses conflitos, por sua vez, dificultam a falta de foco e diminuem a produtividade do profissional no seu trabalho. Profissionais sem foco e pouco produtivos dificilmente conseguirão ascender profissionalmente. E quem não cresce profissionalmente não ganha mais, e quem não ganha mais tende a enfrentar problemas financeiros. Simples assim!
Entendeu agora? A desorganização financeira gera uma espiral de acontecimentos negativos que fazem com que o seu crescimento profissional seja muito lento e, em muitos casos, nem mesmo aconteça. As consequências disso, você talvez esteja sentindo na pele.
Uma pessoa financeiramente organizada consegue romper com esse ciclo vicioso; pagar suas contas em dia; evitar que problemas financeiros perturbem o ambiente familiar; ter um  melhor desempenho na sua profissão e, talvez o mais importante, ter recursos para investir em si próprio, na sua carreira e no seu desenvolvimento profissional.
Se você é uma pessoa desorganizada financeiramente, é bem possível que esteja enfrentando algumas das dificuldades as quais nos referimos anteriormente. Mas tenha calma: sempre existe uma solução!
A solução, nesse caso, começa por elaborar um orçamento e destinar parte das suas receitas para investir na sua própria carreira. Destine um percentual do que você ganha: 5%, 10%, 20%... ou o quanto você achar mais adequado e invista na sua carreira.
Esse investimento pode ser feito de diversas maneiras, mas destaco duas que considero especialmente importantes: conhecimento e imagem.
No tocante ao investimento em conhecimento, você pode fazê-lo através da aquisição de livros, inscrição em cursos, MBA, etc. Já no que diz respeito à imagem, você pode utilizar esses recursos para dar um upgrade no seu guarda-roupa corporativo, adquirindo melhores roupas; ou quem sabe comprando um notebook ou tablet mais moderno para você utilizar nas suas reuniões de trabalho.
Quer crescer na sua carreira? Invista nela! Antes de colher é preciso plantar. Infelizmente, muitas pessoas não se dão conta disso e acabam deixando de investir no mais importante: suas próprias carreiras.
 Fale com o autor: contato@samuelmagalhaes.com.br.

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor. 

5 FATORES FUNDAMENTAIS PARA SE DAR BEM NOS INVESTIMENTOS

Nessa segunda, tive o privilégio de ser o convidado especial do programa Tudo pelo seu Dinheiro, do Conrado Navarro, fundador do Portal Dinheirama, o maior do país quando o assunto é Finanças Pessoais.
Ao longo de uma hora conversamos sobre renda fixa, renda variável, imóveis e outros assuntos referentes ao tema. Como é de praxe no programa, o apresentador abriu para perguntas do público, para que pudessem interagir conosco e, claro, ajudarmos a sanar algumas dúvidas.
Como era de se esperar, muitos espectadores estavam em busca de respostas prontas, as famosas receitas de bolo. Onde devo investir R$800 por mês? Tenho R$40 mil disponíveis para investir, onde devo colocar meu dinheiro?
Infelizmente, fomos obrigados a deixar algumas pessoas sem respostas e o motivo é bem simples: não existe resposta pronta! Em se tratando de investimentos, não existe receita de bolo, até porque o bolo que eu gosto, você pode não gostar e vice-versa.
O que nós, enquanto investidores precisamos entender é que a resposta para essas e muitas outras perguntas depende de uma série de variáveis. São elas:
Seu perfil de investidor: Nenhuma decisão de investimento deveria ser tomada antes de você conhecer o seu perfil de investidor. Para descobrir o investimento mais adequado para você, é preciso, antes de tudo, conhecer a si mesmo. Como você lida com as perdas? E com os lucros? Quanto você está disposto a perder para ganhar? Isso tiraria seu sono?
Suas metas financeiras: Outro fator fundamental é você saber qual o destino dará aos recursos investidos. O que você fará com o dinheiro? Quando você precisará resgatar seus investimentos para fazer uso desses recursos? Qual a rentabilidade esperada para que você consiga atingir sua meta?
Capital disponível: Dependendo do montante que você tenha à disposição para investir, pode ser que a estratégia de alocação de recursos mude, afinal, a gestão de risco varia de caso a caso. Quanto você tem disponível para investir inicialmente? Você fará aportes periódicos? De quanto em quanto tempo? Quanto você irá aportar periodicamente?
Seu nível de conhecimento: Um investidor pode até ser bem sucedido com pouco capital, mas ele jamais o será com pouco conhecimento. Qual seu nível de conhecimento sobre as alternativas de investimento disponíveis? Como você pode aprimorar esse conhecimento?
Tempo: Por último, mas não menos importante, é preciso analisar o tempo que você tem para dedicar aos seus investimentos. Dificilmente você conseguirá ser um bom especulador do mercado financeiro se não puder dispor de algumas horas diariamente para tomar suas decisões financeiras. Quanto tempo você tem para se dedicar aos investimentos? Esse tempo é diário, semanal ou mensal? Qual tipo de investimento mais adequado para o tempo que você tem disponível?
Os aspectos listados anteriormente funcionam como um check list dos seus investimentos. Seguir todos os passos sugeridos não traz garantia de lucro, mas arrisco-me a dizer que não segui-los é correr um sério risco de arcar com prejuízos.
Fale com o autor: contato@samuelmagalhaes.com.br.

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor. 

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