sábado, 20 de fevereiro de 2016

EMPREENDER OU NÃO? EIS A QUESTÃO!

Não é de hoje que o Brasil vem atravessando um momento econômico adverso: recessão, inflação, desemprego e uma série de outros problemas insistem em nos atormentar. Com tantas notícias ruins sendo assistidas, lidas e ouvidas diariamente, muitos tem se perguntado: onde devo investir meus recursos?
Como você deve imaginar, a resposta não é simples! Existem diversas alternativas para alocar seus recursos: renda fixa, renda variável, imóveis e... colocar seu próprio negócio.
O brasileiro tem no seu DNA uma veia de empreendedorismo. Talvez por isso, tenhamos conseguido chegar até aqui, apesar de tudo e de todos. Entretanto, os problemas políticos e econômicos que estamos vivenciando atualmente, tem afastado muitas pessoas dos seus sonhos. Não à toa, muitos empresários estão fechando as portas e muitos que gostariam de empreender estão desistindo.
Mas afinal, essa é a hora de empreender ou devo esperar as coisas melhorarem para pensar em abrir minha empresa? Como você deve imaginar, essa é uma daquelas famosas perguntas de R$1 milhão. E certamente, eu não tenho a resposta para ela, afinal não tenho bola de cristal.
Não dá para saber até onde vai a crise econômica! Não dá pra saber quando voltaremos a crescer! Não dá para saber se o Governo atual vai fazer algo de bom para o país, ou se o próximo governo será pelo menos um pouco mais competente que este. Não dá!
No entanto, apesar de tantas incertezas, de uma coisa eu  estou certo: se você for esperar o momento ideal para abrir a sua empresa, você nunca abrirá!
Por mais paradoxal que isto possa parecer, mas é em momento como este que estamos vivenciando em que muitas empresas saem do anonimato para o sucesso absoluto. São em momentos como estes que pessoa que nunca empreenderam, mas sempre sonharam em empreender, dão início a uma corporação que mais adiante será conhecida mundialmente.
Não quero que você me entenda mal! Não quero que pense que será fácil ou que o sucesso está garantido, não, não está! No entanto, saiba que as adversidades são momentos desafiadores, sem dúvida, mas também de muitas oportunidades.
Algumas das empresas mais bem-sucedidas do mundo foram forjadas em meio à crise. E não é difícil entender o motivo. Uma crise é um momento de mudanças, em que muitas empresas ficam pelo caminho. Consequentemente, outras empresas surgem para ocupar o espaço deixado por elas. É nessa transição entre o futuro e o passado, entre a nova economia e a velha economia que pode estar a oportunidade que você precisa para empreender.
Muitas pessoas deixam seu sonho de se tornar empreendedores de lado, pois acreditam não ter os recursos suficientes para abrir o próprio negócio. Não tem o capital necessário, não tem experiência, não tem conhecimento, não tem, não tem, não tem...
Veja, a maioria dos empresários de sucesso também não tinham várias dessas coisas. Como eles chegaram ao topo? Começaram pequenos, sonharam alto, cresceram rápido e superaram os obstáculos ao longo do caminho.
O bom empreendedor sabe que as condições ideais nunca irão existir, portanto, faça o melhor que puder com o que tem nas mãos!
Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor.




MAIS RESPEITO, POR FAVOR!

Semana passada, escrevi um artigo intitulado: “Fuja da Casa própria!”. Sei que esse é um tema controverso e estaria mentindo se dissesse que não esperava alguma polêmica, mas do fundo do meu coração, com toda a sinceridade que existe em mim, nunca passou pela minha cabeça que o artigo fosse tomar a dimensão que tomou.
Para que você tenha uma noção da proporção que o artigo teve e, por consequência, da discussão que gerou, basta dizer que, menos de uma semana após sua publicação, ele havia sido compartilhado por quase 200 mil pessoas nas redes sociais.
Tendo em vista que o número de compartilhamentos é apenas uma pequena fração do número de leitores, é possível afirmar, sem medo de errar, que o artigo foi lido por, no mínimo, 500 mil pessoas e, não duvido nada que tenha passado de 1 milhão de leitores. Números para veículos de massa nenhum botar defeito!
Confesso que estou muito feliz com a repercussão do artigo, mas em meio a tantas notícias boas, uma coisa me entristeceu: as críticas. Poderia fingir que não me abalei, ou que estou indiferente a elas, mas estaria faltando com a verdade. Acostumei-me com os elogios e críticas construtivas, mas de uma hora para outra fui obrigado a ler centenas de comentários de cunho pejorativo, fazendo insinuações levianas a meu respeito.
Sei que não se chega ao topo sem desagradar algumas – ou várias – pessoas, sei que nem todo mundo irá concordar com o meu ponto de vista, apreciar meu estilo de escrita ou me considerar um bom profissional, mas confesso que, até poucos dias, não imaginava quão doloroso seria constatar isso na prática.
Nunca me iludi achando que todos gostassem de mim como pessoa, profissional, ou escritor, mas ler uma enxurrada de comentários explicitando o contrário me fez refletir: “Até que ponto sabemos lidar com as diferenças?”.
Percebi que, assim como eu não estava preparado para críticas tão pesadas do dia para a noite, muitas pessoas não estão preparadas para criticar. A qualquer sinal de que existe alguém, em algum lugar, com uma opinião divergente da sua, começam a atacar sem dó nem piedade.
Evidentemente, recebi muitas críticas pertinentes e bem fundamentadas, as quais agradeço aqui publicamente. Discorrer sobre um assunto tão complexo em poucas linhas, talvez tenha me levado da simplicidade almejada para o simplismo indesejado, o que fez com que alguns argumentos que poderiam embasar melhor a ideia, fossem deixados de lado.
Quanto ao passado, não há mais o que fazer! Quanto ao futuro, a cada dia tenho uma convicção maior que cabe a cada um de nós fazer nossa parte para construí-lo da melhor maneira possível! Assim, quem sabe um dia, as pessoas saberão conviver e respeitar as diferenças: de cor, de raça, de sexo, social...e de opinião!
Como diria o célebre filósofo francês Voltaire: “Posso não concordar com uma palavra que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la!”
Você não precisa concordar com nada do que digo, mas,  por favor, respeite o meu direito de dizer! Afinal, um pouco de respeito não faz mal a ninguém!
Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor.
ATENÇÃO MATÉRIA RELACIONADA:
# FUJA DA CASA PRÓPRIA!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

FUJA DA CASA PRÓPRIA!

Um novo ano começou e com ele a esperança de realizar sonhos que não foram realizados em 2015. A maioria deles são bem conhecidos de todos nós.  Abrir o próprio negócio, trocar de carro e, é claro, comprar a tão sonhada casa própria.
Desde a época das cavernas, o ser humano possui a necessidade de ter um abrigo. Foi devido a esse refúgio que nossos ancestrais conseguiram escapar das intempéries e dos animais selvagens. Alguns milhares de anos se passaram e nosso desejo por abrigo permanece mais vivo do que nunca. Não por acaso, muitos brasileiros fazem um esforço hercúleo para ter um lar que possam chamar de seu. Mas será que ter a casa própria é realmente tão importante assim?
Um dos principais motivos alegados por quem quer adquirir a casa própria é: “pagar aluguel é jogar dinheiro fora!” Será mês mesmo?
Quando se mora de aluguel, você paga um valor percentualmente muito pequeno para o dono do imóvel, em troca de poder usufruí-lo. As pessoas costumam achar os aluguéis caros pelo simples fato de calcularem os valores em termos absolutos e não percentuais.
Se você mora em uma casa que vale R$400 mil e paga R$1,5 mil de aluguel, você está remunerando o proprietário a uma taxa de 0,37% ao mês, menor até do que a poupança. Muito pouco, não? O problema é que a maioria das pessoas procuram imóveis cujo aluguel é superior a sua disponibilidade de pagamento. Assim, não importa se o valor pago é R$500 ou R$5 mil, ao fim do mês, vai faltar dinheiro para fechar a conta.
Você gostaria de receber menos do que a poupança te paga para emprestar seu dinheiro para alguém? Não, né? Então como você pode achar caro pagar isso ao proprietário do imóvel em que vive?
Outro fator que precisamos entender é que ao comprar a casa própria, você irá se casar com um financiamento bancário. E, diferentemente do que acontece na maioria dos relacionamentos, esse irá durar décadas. Você carregará uma dívida por toda a sua vida!
Ao longo de todo esse tempo, você estará pagando juros, e como vivemos no país com a maior taxa de juros do mundo, isso significa que esse casamento custará muito caro para você. Afirmo, sem medo de errar que: ao patamar de juros que temos atualmente, chega a ser proibitivo o financiamento imobiliário.
Sei o que você deve estar pensando: “Mas é melhor eu pagar R$1 mil por mês para pagar algo que é meu do que rasgar R$700 em aluguel, certo?” Errado! Por dois motivos. O primeiro é que só será seu depois que você efetivamente quitar, ou seja, daqui a vinte, trinta, trinta e cinco anos. E o segundo motivo e, talvez até mais importante, é que essa diferença de R$300 que pode parecer pouco, não é!
Imagine que, ao invés de comprar o imóvel novo e pagar R$1 mil de prestação você decida continuar pagando seu aluguel de R$700, porém vai economizar R$300 todo mês para investir o dinheiro. Sabe quanto você teria após trinta anos, com uma rentabilidade de apenas 1% ao mês? R$1.048.489,24. Nada mal, hein?
Antes de comprar a casa própria, pense duas vezes! Por mais paradoxal que possa parecer, morar de aluguel pode ser uma excelente maneira de enriquecer.
Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor.



CONTRATE UM CONSULTOR!

O Mercado Financeiro é uma verdadeira incógnita para a maior parte da população. Devido à nossa falta de educação financeira, o povo brasileiro nunca teve a cultura de investir, quando muito, teve a de poupar.
Todo esse desconhecimento, leva os investidores iniciantes a ter uma série de dúvidas que, via de regra, não são respondidas por ninguém. Se o gerente do banco não sabe responder, o cunhado também não e aquele amigo do trabalho muito menos, o investidor ficará sem resposta. O resultado disso, muito tempo e dinheiro desperdiçados em investimentos “sem futuro”.
Felizmente, as coisas mudaram! Atualmente, já é possível investidores contarem com o auxílio de consultores financeiros e assessores de investimento. Profissionais que, devido ao seu histórico profissional ou de investimentos, já conhecem a fundo os meandros dos investimentos e podem ajudá-lo a encontrar o melhor caminho para chegar ao sucesso financeiro.
A essa altura, você deve estar pensando: “Esse serviço deve ser caro, eu não sou rico!” ou “Eu tenho pouco dinheiro para investir, como vou pagar um profissional desses?”. Como já foi dito anteriormente, o objetivo dessa assessoria é te ajudar a tomar as melhores decisões, economizando tempo e dinheiro.
Então, o que você acha caro, pode se tornar barato. Contar com a experiência e o conhecimento de um especialista na área irá te ajudar a atingir os seus objetivos financeiros, independente de quais sejam eles.
Já atendi muitos clientes que não dispunham de uma verba grande para investir. Contratar minha assessoria poderia parecer uma má decisão, afinal, por que pagar alguém para te ajudar a investir se você mal tem capital para isso?
A questão é: quando você tem alguém para te orientar que sabe realmente sobre o que está falando, essa pessoa irá te ajudar a ver novas possibilidades, enxergar mais longe, desenvolver uma visão de médio e longo prazo, o que será de extrema utilidade para o seu futuro financeiro.
Se você tem um bom montante para investir, não pense duas vezes, contrate alguém para te assessorar a aplicar os seus recursos. Caso você não tenha muito dinheiro, pense duas vezes, mas não deixe de contratar. Pensando no curto prazo, talvez não faça sentido financeiramente, mas tenho certeza que se você contratar o profissional certo, ele te ensinará a pescar, ao invés de dar o peixe, ou seja, ele te preparará para tomar as decisões e não para depender dos serviços dele para sempre.
Da mesma maneira que antes de tomar um remédio você deveria ir a um médico, antes de investir seu dinheiro, você deveria ir a um consultor financeiro. Ok, o Mercado Financeiro não exige uma receita assinada para que você invista seu capital no ativo X, Y ou Z, mas acredite, os efeitos colaterais de fazer o investimento errado, são tão ruins ou piores do que o de tomar o remédio errado.
Com finanças não se brinca! Zele pelo seu dinheiro, ele foi muito suado! Conte com o auxílio de alguém que pode te ajudar a tomar a decisão correta. Se você não sabe o que fazer, contrate alguém que saiba para te ajudar!

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor.

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